segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Dicas ecycle


                                                via    www.ecycle.com.br

O seu lixo pode ser um tesouro para outra pessoa

A cada ano, milhares de itens domésticos sem uso são descartados no lixo convencional, gerando uma grande quantidade de resíduos. Compostos por materiais variados, eles se decompõem em aterros sanitários ao longo de vários anos, contaminando o solo e o ar.
Para amenizar o problema, existem técnicas como upcyclereciclagem, redução de consumo e doação, que já se mostraram eficientes.
Aproveite então para acompanhar abaixo o que deve ser feito com alguns dos objetos mais comuns no dia-a-dia seguindo as regras citadas acima:
Eletrônicos: os itens dessa categoria são os mais perigosos em termos de contaminação do solo. Por isso, deve-se ter muito cuidado no momento do transporte dos objetos para doação ou reciclagem. Se for doar, certifique-se de que o destinatário irá reciclar o item futuramente. Se eles forem jogados no lixo comum, os eletrônicos vão parar nos aterros sanitários e podem vazar substâncias tóxicas comomercúrio e chumbo que contaminam o solo. Com o intuito de evitar isso, você deve levar esses itens aos postos de reciclagem. Nesses locais, as peças mais valiosas ou até o item todo são reciclados;
Revistas: antes de jogar a sua montanha de revistas no lixo reciclável, pense que outros lugares ou pessoas podem reutilizá-las. Por exemplo, hospitais, abrigos, centros de idosos e instituições de caridade acolhem revistas usadas para realizar projetos de artesanato e até como incentivo à leitura;
Roupas: tecidos como poliésterraiom e algodão compõem 5% de todos os resíduos dos aterros. Para diminuir esse número, em vez de descartar sua roupa, leve-a para doação. Existem diversos centros de caridade que recebem roupas para que sejam repassadas aos que necessitam, ou você também pode vendê-las em lojas de consignação;
Objetos para animais: brinquedos, coleiras, osso de plástico, arranhadores, entre outros itens, são comuns quando se tem um animal de estimação. Em sua residência devem existir vários desses itens, no entanto, os abrigos para animais estão sempre precisando porque o número de bichinhos abandonados ou que já nascem nas ruas é grande. E para atender essa demanda, esses abrigos esperam a contribuição de pessoas que, em vez de jogarem fora esses itens, os levam para doação. Outros itens domésticos, como cobertores e toalhas que são usados com os animais, também são muito úteis para os abrigos. Só não se esqueça de lavar os itens antes de doar.
Agora que você já sabe como descartar, a eCycle te ajuda! Clique aqui para visitar nossa página de postos de doação/reciclagem e encontre o melhor destino possível para seu item. Para saber mais sobre outros itens, visite a seção Recicle Tudo.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Nova lei para reduzir ruidos






Última atualização em Quinta, 18/07/2013 16:29h
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A partir desta sexta-feira (19), todas as construtoras serão obrigadas a implantar um projeto de isolamento acústico nos apartamentos que forem aprovados pelo poder público para serem edificados.
De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), Wilson César Rascovit, as regras mais rígidas vão impedir com que os moradores passem por situações incômodas com o barulho vindo do apartamento do vizinho. “Não se respeitava nada com relação à vida útil do material que era utilizado. Com relação ao isolamento das conversas entre vizinhos, de saltos, da descarga que muitas vezes o vizinho de baixo está ouvindo, e da área de lazer também. Pessoas utilizando as quadras, os corredores do empreendimento, você escuta, e atrapalha o morador que está no apartamento”, revela.
A norma é da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Quanto às conversas, o morador não poderá entender o que o vizinho ao lado fala. Em relação aos saltos usados pelas mulheres, a partir de agora o morador do apartamento de um andar inferior não deverá ouvir os ruídos do sapato. O barulho da descarga do banheiro não poderá ser perceptível pelo vizinho. O som dos corredores não pode ultrapassar 39 decibéis, o da área de lazer não deve ser mais do que 54 decibéis, as fachadas não podem permitir a passagem de água para dentro do imóvel, e os pisos e paredes não podem se desgastar naturalmente num prazo mínimo de dois anos.
O presidente Wilson César afirmou que o consumidor tem o direito de entrar com processo judicial caso se sinta lesado com o não cumprimento dessas ordens por parte das construtoras. “As construtoras se valiam de que não tinham nenhuma norma que regulamentava os barulhos, e faziam o que bem entendiam. Hoje existem apartamentos que não têm isolamento acústico. Quando ocorrer algum fato que cause algum transtorno para o consumidor, ele vai poder pleitear isso junto ao Poder Judiciário, e além de se valer do Código de Defesa do Consumidor, vai ter essa norma que irá protegê-lo. Se ficar comprovado que infringiu a norma, o consumidor poderá buscar uma indenização e o conserto daquele problema, e tranquilamente conseguirá um dano moral com relação a isso”, explica.

Portal 730

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Reforma x Valorização

          Com a valorização imobiliária e a concorrência de novas construções cada vez mais luxuosas, estamos assistindo um verdadeiro canteiro de obras pela cidade. Parece contagioso, em cada rua encontramos 2 ou mais prédios reformando fachadas, colocando portões, modernizando portarias etc...
           Qualquer obra feita ajuda na valorização do imóvel. Jardins e  modernização de portaria , são as melhorias que melhor impressionam na relação custo x beneficio.



Portarias    
                Ressaltamos que dois aspectos devem prevalecer nesta reforma: cores neutras e a impressão
de uma personalidade. Por isso a importância da contratação de profissional especializado .
Outros aspectos relevantes são : acessibilidade e sustentabilidade
                 








segunda-feira, 29 de julho de 2013

Dicas e-cycle


Fluorescentes: dos benefícios aos perigos

Mercúrio e chumbo são metais que estão dentro da lâmpada e podem prejudicar nossa saúde. Saiba como evitar a contaminação por essas substâncias

A lâmpada fluorescente é um item comum nas residências e locais de trabalho por ser uma opção eficiente e econômica se for comparada com a lâmpada quente comum. Porém, há um aspecto negativo nessa escolha, o interior das  tipo fluorescentes contém mercúrio, substância muito perigosa para nossa saúde.
Em comparação com as lâmpadas incandescentes, existem pontos positivos e negativos. A eficiência energética, a potência da lâmpada e o tempo de vida das fluorescentes são superiores. No entanto, esse tipo de lâmpada pode se quebrar facilmente e, por conta do mercúrio, seu descarte torna-se muito complicado (não existem locais específicos de coleta).
Os riscos do mercúrio
O mercúrio ainda tem a companhia do chumbo na composição das lâmpadas. Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o valor máximo de mercúrio que pode estar concentrado em uma unidade é de 100 miligramas de mercúrio por quilo do resíduo. O contato com a substância em níveis mais altos pode gerar sérios problemas de saúde.
O maior problema acontece quando a substância é inalada, ainda mais se a quantia de mercúrio elementar for grande, o que pode causar problemas neurológicos e até hidragirismo (intoxicação que causa tosse, dispnéia, dores no peito e outros problemas mais graves).
No meio ambiente, quando o mercúrio é despejado de maneira irregular em rios, por exemplo, ele volatiza e passa para a atmosfera, causando prováveis chuvas contaminadas. Pode acontecer também de microorganismos absorverem o mercúrio, tornando-o orgânico em vez de metálico. Animais aquáticos e plantas podem reter o mercúrio e assim contaminar o meio ambiente sem que exista chance de descontaminação.
O mercúrio é liberado ao longo de duas semanas após seu descarte. Apenas nos EUA, são liberadas na natureza entre duas e quatro toneladas de mercúrio anualmente.
A lâmpada quebrou?
Caso aconteça da lâmpada quebrar-se é preciso estar atento a alguns cuidados. Antes de limpar a área, a primeira coisa a fazer é retirar do local as crianças e os animais, além de não deixar que ninguém toque o material.
Ventilar o ambiente também é importante. Por isso, janelas e portas precisam ser abertas o mais rápido possível. Para retirar os cacos, use luvas e os coloque em um saco plástico que possa ser lacrado para limpar os pequenos pedaços em pó. Use fitas adesivas e papel toalha umedecido para limpar os últimos resíduos que podem passar despercebidos.
Se a lâmpada fluorescente quebrou em cima de roupas de cama ou qualquer outro tipo de material que tenha contato direto com o corpo, o material não deve mais ser usado, mesmo depois de limpo! No caso de corte, procure assistência médica o mais rápido possível.
Descarte e Reciclagem
A reciclagem do material consiste em retirar o mercúrio das lâmpadas fluorescentes, assim elimina-se a possibilidade de contaminações do homem e do meio ambiente. E, por isso, o descarte deve ser bem direcionado e cuidadoso.
A lâmpada quebrou. O que fazer?
1º passo - Proteja o nariz
Como já falamos antes, esse tipo de lâmpada é perigoso por causa dos componentes químicos que ela libera, então o primeiro passo é proteger o rosto. Para isso, use uma máscara de pano ou papel.
2° passo - Proteja as mãos
Evite o contato dos cacos e do pó com qualquer parte do seu corpo. Use luvas de borracha e muito cuidado.
3° passo - Como jogar no lixo
Não só a a gente, como também o catador de lixo pode se machucar. Portanto, alguns cuidados com o descarte dos  cacos é importantíssimo. Coloque os cacos em cima de  um pano velho ou fanela, atenção, nunca  jornal e feche bem. Em seguida,  coloque a trouxa dentro de uma sacola plástica e dê um nó.
4° passo - Coleta certa
Não deixe que este material seja levado para aterros comuns! Muitas embalagens deste tipo de lâmpada avisam se o produto é reciclável. Para achar locais que aceitam lâmpadas fluorescentes, acesse a seção de busca de Postos de Reciclagemda eCycle, selecione "Lâmpadas" e encontre o local mais próximo de você.